Novas fotos tiradas pela tripulação da Artemis são divulgadas

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A tripulação da Artemis II capturou esta visão da Terra se pondo em 6 de abril de 2026, enquanto orbitava a Lua. Enquanto os astronautas voavam sobre o lado oculto da Lua, a tripulação fotografou e descreveu feições do terreno, incluindo crateras de impacto, antigos fluxos de lava e rachaduras e cristas na superfície formadas à medida que a Lua evoluiu lentamente ao longo do tempo. Eles também observaram diferenças de cor, brilho e textura, que fornecem pistas e ajudam os cientistas a entender a composição e a história da superfície lunar.

Crédito da imagem: NASA

A imagem lembra a icônica foto Earthrise, feita pelo astronauta Bill Anders 58 anos antes, enquanto a tripulação da Apollo 8 orbitava a Lua. A missão Apollo 8 foi a primeira nave tripulada a circundar a Lua.

Crédito da imagem: NASA

A tripulação da Artemis II captura uma parte da Lua surgindo ao longo do terminador — a fronteira entre o dia e a noite lunares — onde a luz solar em baixo ângulo projeta sombras longas e dramáticas sobre a superfície. Essa luz tangencial realça o relevo acidentado da Lua, revelando em detalhes impressionantes crateras, cristas e estruturas de bacias. Feições ao longo do terminador, como a cratera Jule, a cratera Birkhoff, a cratera Stebbins e as terras altas ao redor, se destacam. Dessa perspectiva, a interação entre luz e sombra evidencia a complexidade da superfície lunar de maneiras que não são visíveis sob iluminação total. A imagem foi capturada cerca de três horas após o início do período de observação lunar da tripulação, enquanto eles passavam pelo lado oculto da Lua no sexto dia da missão.

Crédito da imagem: NASA

A Terra se põe às 19:41 no horário de Brasília de 6 de abril de 2026, sobre o limbo curvo da Lua nesta foto capturada pela tripulação da Artemis II durante sua jornada pelo lado oculto da Lua. A bacia Orientale está posicionada na borda da superfície lunar visível. A bacia Hertzsprung aparece como dois anéis concêntricos sutis, interrompidos por Vavilov, uma cratera mais jovem sobreposta à estrutura mais antiga. As linhas de depressões são cadeias de crateras secundárias formadas por material ejetado do impacto massivo que criou Orientale. A porção escura da Terra está experimentando a noite. No lado diurno da Terra, nuvens rodopiantes são visíveis sobre a região da Austrália e Oceania.

Crédito da imagem: NASA

Capturada pela tripulação da Artemis II durante seu sobrevoo lunar em 6 de abril de 2026, esta imagem mostra a Lua eclipsando completamente o Sol. Da perspectiva da tripulação, a Lua parece grande o suficiente para bloquear totalmente o Sol, criando quase 54 minutos de totalidade e estendendo a visão muito além do que é possível da Terra. A coroa forma um halo brilhante ao redor do disco lunar escuro, revelando detalhes da atmosfera externa do Sol, normalmente ocultos por seu brilho. Estrelas também são visíveis, geralmente muito fracas para serem vistas ao fotografar a Lua, mas com a Lua escura, as estrelas são facilmente capturadas. Esse ponto de vista único oferece tanto uma visão impressionante quanto uma oportunidade valiosa para os astronautas documentarem e descreverem a coroa durante o retorno da humanidade ao espaço profundo. O fraco brilho do lado próximo da Lua é visível nesta imagem, iluminado pela luz refletida da Terra.

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